domingo, 1 de abril de 2012
Ser Português
Ass
A Gerência.
Só para quem não percebeu e não olhou para a data: este post é uma homenagem a um dos nossos melhores fornecedores de gargalhadas, o Ser Português.
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domingo, 18 de março de 2012
Centralizing cross-platform applications on a Linux Terminal Server
In a ideal world every piece of client software is either:But even when an application is cross platform, i.e. able to run on multiple desktop operating systems, it is often preferable to have it centralized if certain conditions are met:
- web based, with standards based cross browser development
- portable, developed with a cross platform language / toolkit (Java, Qt, Gtk+, ...)
- it is a critical business application, supported by a separate team
- it is updated very often
- it generates a lot of network traffic from the local desktops to a remote server
- ...
The architecture is very similar to the one proposed in the previous article. In fact, we invite you to review it before moving forward on this one.
The key pieces for doing getting the work done are:
1) a Linux distribution to run the application that needs to be centralized
2) xrdp – the open source RDP server
3 Vmware / Xen / ... - so that the Linux distribution can be installed as a virtual machine
4) rdesktop or the newer freerdp - an open source RDP client
As before, preventive measures have to be put in place on the remote machine
- no administration privileges for any regular user
- minimal software installation
- automatic startup of the desired application(s)
#!/usr/bin/env bashThe purpose of this script, besides doing some initial setup, is launching the centralized application on an nearly invisible desktop environment. If the users are not local this script has to be created automatically for them during the first login (eg, via /etc/skel and pam_mkhomedir).
setxkbmap -layout pt
xsetroot -solid rgb:3b/59/98
openbox &
tint2 &
/usr/local/bin/mount_share.sh
exec /path/to/my/application
If you need packages for xrdp that work out of the box you can get them from the following locations:
xrdp 0.6 for Ubuntu (tested on 10.04 an 12.04)
xrdp 0.6 for Mandriva / Caixa Mágica 14
Opening a session is a simple as running
rdesktop -g 1024x768 -a 16 -k pt 192.168.0.12from a desktop shortcut. You can also automate the login process by passing the username and password directly on the command line
rdesktop -g 1024x768 -a 16 -k pt -u User1 -p MyPassword 192.168.0.12
This means that a double click on the desktop shortcut will trigger the opening of a remote session and the startup of the centralized application. Whenever the application is closed the remote session will be terminated.
If at some point the user closes the client window, the session will remain running allowing for a later reconnection. Currently, xrdp supports automatic resize and colour depth adaptation, so it is possible to reconnect from a different device and continue the work interrupted before. It is also possible to connect from Windows clients since xrdp has been tested with at least Windows XP and Windows 7.
One thing xrdp doesn't support yet is forwarding the print jobs as the Windows terminal server component does. However, if you are on a LAN or VPN, you can have your central Linux terminal server recognize the printers from all your CUPS servers and print directly to their print queues. You can also have your users print to a PDF file on a shared folder which can accessed from the local workstation.
Xrdp is an amazing piece of Open Source software. It can used for more ambitious tasks, such as centralizing entire desktop sessions to be accessed by thin clients. That is a more complex topic which may be the subject of a future article.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
VMware 2 long process names vs top: meet vmware-top
That is why when you run "top" on a VMWare 2 server you can't realize which VM is taking over great amounts of CPU or memory. On the other hand "ps" shows the complete process names but is unable to display instantaneous CPU usage.
What to do then? Interestingly, this seems to be an orphan question.
The solution is a custom script that uses both top and atop to display the list of VMware 2 processes sorted by CPU consumption. The result can be downloaded from here and looks like this.

Notes:
- you must have "top" and "atop" installed for this to work.
- the shell script is not pretty
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Identidade
Boas festas a todos os leitores deste blog!
Identidade from Caroline Pimenta on Vimeo.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Dois eventos e um futuro
O futuro, segundo ambas as instituições, passa pelas Normas Abertas, pela interoperabilidade multiplataforma e, em pelo menos alguma medida pelo software Open Source. Mas a corrida para o futuro não é a dos 100m, não é a dos 200m, nem sequer a dos 400m barreiras. Tem barreiras, de facto, e será uma prova de resistência. Essa resistência é a que qualquer instituição enfrenta ao implementar medidas que vão perturbar os primeiros 100m e permitir acelerar em força nos kms seguintes.
O que está em jogo no imediato é a obrigatoriedade do software adquirido pelo Estado estar conforme um conjunto de Normas Abertas. O que está em jogo, não finjamos o contrário, é diminuir a capacidade de lock in de todos os fornecedores, obrigando diferentes produtos a competir e os preços a ajustarem-se. Estão em risco negócios confortáveis para uma parte e ruinosos para o contribuinte. A Open Forum Europe (OFE) concluiu num estudo que 13% do concursos públicos de âmbito europeu faziam (ilegalmente) menção a marcas. A ESOP efectuou diligências em tribunal no sentido de anular o concurso de 10M EUR lançado pela DGITA com essa e outras irregularidades. Na base destes problemas está precisamente o lock in que resulta numa grande incapacidade de consultar efectivamente o mercado.
Num discurso bastante apreciado pela audiência, a vice presidente Neelie Kroes teve a frontalidade de admitir todas as lutas diplomáticas que circundaram um único parágrafo da EIF (European Interoperability Framework). Idênticas lutas de bastidores rondaram uma das alíneas da Lei 36/2011, também conhecida por Lei das Normas Abertas. Ambas as lutas, ainda que não se fale disto abertamente, se relacionam com a possibilidade de um implementador maior – e com poderoso armamento legal – aniquilar um mais pequeno, mesmo que mais talentoso, recorrendo a alegadas patentes de software (as patentes de software são as armas de destruição maciça da inovação independente). Mas, mais nuance, menos nuance, tudo isto parece ter acabado bem em ambos os textos.
A AMA, lançou para consulta pública um conjunto de Normas Abertas que pretende que sejam obrigatórias tendo sugerido como Norma Aberta para documentos editáveis o ODF (para documentos finalizados é o PDF). A decisão está certa, porque a multiplicidade de standards tornaria a Lei 36/2011 inconsequente e a interoperabilidade insuficiente. O outro candidato – o OOXML - está a milhas do ODF em termos de interoperabilidade real. Mas conhecendo Portugal, será fácil de imaginar que as pressões de terceiros se tornarão gigantescas em poucos dias.
Foi num Portugal pré-ESOP, que uma comissão “técnica” ad-hoc formada por empresas parceiras da Microsoft e presidida pela própria Microsoft, no seio de um instituto público, se preparava para submeter o voto Português sobre o OOXML à ISO sem qualquer tipo discussão. Foi nessa mesma comissão que, posteriormente, empresas de posições contrárias – a que eu integro incluída – esgrimiram inutilmente argumentos ficando o voto final decidido meramente em função do “número de espingardas”. As actas dessas reuniões, os emails trocados, os pareceres jurídicos, a lista de “apoiantes” angariados para o OOXML – incluindo nomes, nrs de telefone e cargos em instituições públicas de renome – nunca vieram a público mas são elucidativas do tipo de pressão ilegítima e sem sustentação técnica que foi possível criar. O que sempre esteve em causa foi uma norma feita à pressa que veio criar multiplicidade nos formatos documentais e por quem a principal parte interessada acabou por perder o interesse face às alterações a que a ISO obrigou. Chegou a ser estudada a correlação entre o PIB per capita dos países envolvidos nesse processo e o seu sentido de voto. E Portugal, bem como o Instituto de Informática do Ministério das Finanças, não saiu daqui bem visto.
Segue destas circunstâncias que se as louváveis intenções da AMA – evidentes das declarações públicas do seu representante – são para pôr em prática, serão precisos punhos de ferro e nervos de aço. A pressão dos interesses instalados irá certamente ser forte e Portugal, na situação em que está, não pode voltar a ficar mal visto. A única forma de lidar com o problema é a transparência: o site da consulta é público, como deverão ser todos os registos de contactos efectuados sobre esta matéria.
Uma coisa é certa: nunca até hoje se tinha visto um entendimento técnico tão profundo da parte dos decisores políticos nacionais e europeus. Isto ficou claro no Open Forum Summit e também no Encontro Nacional de Tecnologia Aberta. As declarações da AMA e da CTSSAP, ambas presentes no evento nacional, não deixam margem para dúvidas: independentemente da opinião concreta de cada uma das partes a discussão subiu de nível e agora quem decide sabe do que fala.
É neste contexto que todos devemos ficar atentos. Com decisores tão informados qualquer má decisão será suspeita.
Nota:
A ESOP participou activa e publicamente no processo discussão das Normas Abertas em Portugal tendo feito chegar a sua opinião à CTSSAP e à AMA. A posição da ESOP sobre esta matéria é conhecida e anunciada abertamente sem qualquer ambiguidade. A ESOP afirmou publicamente estar convencida de que a sua posição coincide com a do interesse geral.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Too much innovation - artigo de verão

Como já aconteceu em épocas anteriores temos disponível no Tek um artigo de verão em português suave. A opinião estival deste ano relacionada-se com a troika, de 3 palavras, que se instalou em Portugal e teima em não sair. TMI, ou too much innovation, pode não ser a troika do momento mas é certamente algo com que teremos que aprender a lidar.
Num verão acalorado, em que apetece pôr debaixo de uma sombra, cá fica um artigo que esperamos que achem refrescante. Ler aqui.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
The Office - Novas instalações
A Angulo Sólido tem novas instalações na zona do Marquês de Pombal, pensadas para dar melhores condições à equipa e serem um espaço mais agradável para receber os clientes. Para quem ainda não conhece aqui fica um preview com alguns pormenores que nos parecem interessantes.
Este projecto nunca teria nascido sem a confiança dos nossos clientes, que nos têm acompanhado desde o arranque da empresa. A todos vós que, pela crítica e o pelo reconhecimento, nos fazem crescer dirigimos o nosso público e sincero agradecimento.
Deixamos aqui igualmente o agradecimento especial à nossa empresa parceira Criamais, que foi absolutamente imprescindível ao sucesso deste projecto.




